Rede Concepcionista de Ensino

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Cerimônia - 1º EAC - CMISP e Creche

Cerimônia de Envio dos Alunos e Professores do CMISP
e Creche Carmen Sallés para o
1º Encontro de Alunos Concepcionistas.

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1º EAC - CMISP

Estamos na reta final do 1º EAC.

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Os alunos do Maria Imaculada de São Paulo estão confeccionando os últimos materiais para o Encontro.
Todos estão empolgados e procurando fazer o melhor!!

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Reflexão, participação e alegria são palavras que podem definir nossos últimos encontros.

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Que essa semana, todos os colégios, possam entrar em oração para o 1º EAC.

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Que Madre Carmen Sallés nos cubra de bênçãos!
Maria Amélia

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Bandeira da Paz dos Funcionários - CMISP

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Funcionários do Colégio Maria Imaculada refletem sobre o tema do perdão, confeccionando a BANDEIRA DA PAZ!

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Que possamos buscar o perdão no nosso dia-a dia, em nossas famílias, em nossa vida.

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Adelante, sempre adelante!
Maria Amélia
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Bandeira da Paz - Creche Carmen Sallés/SP

CCSBandeira - paz

Para a confecção das bandeiras das turmas do Infantil 1, 2 e 3, foi apresentado às crianças da Creche Carmen Sallés, uma adaptação em forma de teatro do livro “O Besouro e o Gafanhoto”, da escritora Regina Melillo de Souza. O intuito era fazer compreensível para os alunos o que significa “indignação” e de que forma nossas atitudes podem promover a paz e a transformação da sociedade.

CCSTeatro - paz

Personagens:
Fada encantada (narradora) – Coordenadora Selma
Besouro – Professora Priscila (infantil 3)
Esposa do Besouro – Elisabete (Auxiliar de Limpeza)
Gafanhoto – Professora Jucilene (infantil 2)
Esposa do Gafanhoto – Professora Jane (infantil 1)
Formiga Rainha – Volante Kátia

CCSPaz - paz

Sinopse:
O Besouro era muito rico e só pensava em ter mais e mais, para que ele, filho e esposa pudessem desfrutar do conforto que o dinheiro poderia proporcionar. Para tanto, possuía casas de aluguel e em uma manhã, decidiu que abriria uma cantina para aumentar sua renda. Foi de encontro ao Gafanhoto e pediu-lhe a casa, pois esse era um de seus inquilinos e nesse terreno construiria seu novo negócio. Mas o fez sem se importar com a situação da família do Gafanhoto, que não tinha para onde ir. Desolados com a frieza do Besouro, foram morar ao relento.
Indignada com a situação a Formiga Rainha convoca todos os bichos da floresta e juntos constroem uma moradia para a família Gafanhoto se estabelecer.
Certo dia, o Besouro estava retornando de uma importante viagem de negócios, quando percebe que sua casa está pegando fogo, com esposa e filho dentro. Grita desesperadamente por socorro, mas devido à sua avareza e cobiça ninguém quer ajudá-lo. Até que, uma voz estridente surge em meio à confusão; o Gafanhoto heroicamente salva a família do Besouro, que se arrepende de todo mal que fez e se redimi, dizendo que a partir daquele instante, usará seu dinheiro somente para fazer o bem. Dá à família do Gafanhoto em agradecimento uma casa, muito melhor do que a que eles moravam quando eram seus inquilinos.

CCSUnidos - paz

A partir dessa dramatização o Infantil 1 confeccionou a Bandeira da Paz com o tema “Mãos unidas contra a injustiça”, fortalecendo o conceito de que só com a participação de todos, desde pequeno, que será possível a promoção da paz.
O Infantil 2 conversou muito sobre o significado da palavra Indignação antes e depois da dramatização, inclusive quando da comoção em arrecadar e doar roupas às pessoas mais necessitadas, tendo por base o tema “Todos juntos na construção da paz”.
A bandeira do Infantil 3 tem como tema “A paz invadiu o meu coração”, para que o significado de indignação pudesse ser trabalhado, muito foi conversado a respeito dos sentimentos, o que indigna cada uma das crianças e qual a melhor maneira de respeitarmos o próximo.

CCSMundo - paz

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Trabalhando a Campanha da Fraternidade e a Agenda - Creche Carmen Sallés - SP

Apresentando a CF

Dividimos os temas da agenda durante os quatro trimestres do ano, sendo que, em janeiro, fevereiro e março, trabalhamos: o diálogo, o respeito e a solidariedade com o início da Campanha da Fraternidade.

As professoras tiveram a iniciativa de falar do respeito e da solidariedade de diferentes formas: o Infantil 1 trabalhou com dramatizações sobre os diferentes temas; o Infantil 2 conheceu o conceito de respeito e solidariedade por meio de um cartaz confeccionado com desenhos pintados pelas crianças e estão arrecadando roupas usadas que serão doadas a crianças que moram nos cortiços e pensões nas imediações da creche, internalizando a idéia de solidariedade na prática.

Preparando o Mural

As roupas doadas foram chegando, e a professora Jucilene ficou admirada com a mobilização das mães nessa campanha. Novamente contamos com a colaboração delas, enfatizando que nunca dizem não às atividades propostas. Acreditam que com essa ação, estão ajudando o próximo e colaborando para o aprendizado de seus filhos.

Doando

O Infantil 3 conheceu a importância de ser solidário e de respeitar o planeta Terra com o reaproveitamento de materiais recicláveis. Confeccionaram, ao final da atividade, uma sacolinha com caixa de leite encapada e com alças de barbante.

Há um empenho por parte da coordenadora e do corpo docente em se trabalhar com a interdisciplinaridade, objetivando tornar a aprendizagem dos conteúdos mais significativa e prazerosa para as crianças.

Reciclando

Laudjane dos Santos – Infantil 1
Jucilene Costa – Infantil 2
Priscila Gonçalves – Infantil 3
Selma Matos – Coordenadora Pedagógica

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Atividade da Agenda com os 8os anos do CMI-SP

Ilustrando os seus retalhos

Os alunos dos 8os anos do Maria Imaculada começaram a ilustrar os seus retalhos de tecido para a construção da nossa grande bandeira da paz.

A proposta da Pastoral de discutir os temas paz, violência e indignação a partir de notícias de jornais e, em seguida, relacioná-las ao ambiente familiar, escolar e ao(s) grupo(s) de amigos, estimulou uma rica discussão sobre as violências que eles percebem nesses ambientes e quem sofre com elas.

O grande desafio foi pensar como recuperar a capacidade de escandalizar-se com essas violências que, muitas vezes, passam despercebidas no nosso cotidiano e de como expressar, visualmente, a reflexão feita.

Preparando a Bandeira da Paz - CMISP

Após a manhã de atividades promovidas pela Equipe de Pastoral, a professora de Educação Artística assumiu a responsabilidade de ajudá-los a transferir as idéias, inicialmente registrada em papel para o tecido, respeitando o formato.

Luciana Gonçalves
Pastoral - CMISP

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Crianças do Infantil refletem sobre a paz no Colégio Maria Imaculada, em SP

A casinha do Tatu

A proposta da nossa agenda escolar de 2009 – Construtores da Paz – está movimentando todo o nosso Colégio, mesmo tendo as aulas começado há pouco mais de um mês. São alunos de diferentes idades, trabalhando em grupos e participando de atividades lúdicas referentes a ela.

O Maria Imaculada de São Paulo ficou com a difícil e prazerosa missão de refletir, em especial, sobre a postura de indignação diante da injustiça.

Não nos parece uma tarefa complicada, se pensarmos no trabalho com adolescentes, mas imagine o trabalho feito com crianças de 2 a 4 anos!

As professoras do Infantil 1 e 2 pensaram num jeito bem criativo e divertido de fazer isso: com uma boa história e uma “super corneta”!

Uma boa história e uma “super corneta”!

A história já contamos, aqui, no Blog: A Casinha do Tatu. A corneta, quem trabalha com criança já deve ter ouvido a respeito. É a corneta da Pinky Dink Doo, um desenho do canal Discovery Kids que as crianças adoram.

Quando alguém tem um problema, Pinky ajuda a achar uma solução, inventando histórias. Nelas, o Sr. Porquinho da Índia toca uma corneta antes de alguém dizer uma palavra “super hiper incrível”, que, posteriormente, é explicada e muito utilizada na história.

Com essa mesma metodologia que tanto agrada às crianças, a professora Terezinha ensinou a palavra “indignação”, aplicando-a, diversas vezes, na curiosa historinha do Tatu e da Raposa.

Para aproximar a palavra do cotidiano dos alunos, utilizou dois cartazes – um sol feliz e outro triste – que ela chama de “combinados”. Com exemplos de diferentes atitudes das crianças no seu dia a dia, ao realizar as pequenas tarefas e relacionar-se com os pais e os amigos, a turma decidia se o sol ficava feliz ou triste e indignado.

A turma decidia se o sol ficava feliz ou triste

Com a atividade, as crianças aprenderam que muitas atitudes nossas podem magoar os outros e até mesmo deixá-los indignados. Pronunciar a palavra “indignação”, porém, vai levar um pouquinho mais de tempo para aprender!

Luciana Gonçalves
Pastoral - CMISP

A turma e seu

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Reflexões sobre a Indignação - Infantil CMISP

Prof Flávia contando a historinha para a turma - Infantil 3 CMISP

A turma do Infantil 3 já começou as suas reflexões sobre a Indignação diante da Injustiça, uma das atitudes propostas pela nossa agenda de 2009 para a Construção da Paz.

Trabalhar o tema com essa faixa etária não é fácil! Porém, com muita criatividade, as professoras da Educação Infantil buscam formas de ajudar as crianças a entenderem o que significa essa postura de paz e o sentido da expressão “indignação”.

A professora Flávia destinou um tempo do horário de aula para uma vivência com os alunos. Começou lembrando cenas do cotidiano das crianças que as deixam indignadas – pessoas com fome, frio, comendo em latas ao invés de pratos etc. – ou assustadas.

Em seguida, pediu que, em duplas, encenassem algumas dessas cenas de violência, sempre sob a sua supervisão.

Para ajudar na compreensão do tema, a professora escolheu uma bela historinha para contar aos alunos: A Casinha do Tatu, de Elza Sallut, Editora Moderna.

O Tatu e a Dona Raposa - Infantil 3 - CMISP

Na história, a Dona Raposa morava num elegante palacete. Um dia, indignada, percebe que o Senhor Tatu está construindo um casebre no terreno vizinho, terreno, aliás, que ele pagou às duras penas à proprietária, a própria raposa. O Tatu, por sua vez, também fica indignado com a situação, pois pagou o terreno à custa de muito sacrifício e trabalho e tem o direito de construir a sua casa no local, mesmo ela sendo uma moradia muito simples. Querendo impedir tal obra, indigna de ser construída ao lado da sua casa tão nobre, Dona Raposa vai queixar-se ao Rei Leão. Acaba levando a pior, pois o rei, quando vai conhecer o palacete dela, aprecia-o tanto, que confisca-o para si. É a vez de a raposa sentir na pele (ou no pelo!) o problema dos desabrigados. E, com o rabo entre as pernas, só lhe resta pedir abrigo ao Tatu. Dona Raposa aprendeu a ser generosa e acabou indo morar, feliz, num casebre igual ao do tatu.

A lição que a Raposa aprendeu e a indignação do Tatu serviram de inspiração para as crianças decorarem o seu retalho de tecido para a nossa grande bandeira da paz.

Luciana Gonçalves
Pastoral - CMISP

Retalho decorado pelo Infantil 3 - Infantil 3 - CMISP

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Manhã de Formação - 6º anos - CMISP

Entrelaçando as idéias - CMI-SP

A proposta da nossa agenda escolar de 2009, “Construtores da Paz”, desencadeou diversas atividades interessantes no nosso Colégio, em São Paulo.
Partilho com vocês uma delas: a “manhã de formação” que promovemos no dia 12 de fevereiro com os alunos dos 6ºs anos.

A agenda discute o tema a partir de atitudes que constroem um mundo pacífico e menos violento. Dentro da proposta, comprometemo-nos a aprofundar, de forma especial, a atitude de “indignação diante da injustiça”, que será abordada no mês de abril.

As turmas dos 6ºs anos, após refletirem sobre o significado das expressões “paz” e “violência”, perguntaram-se por que a violência existe e se ela é a única forma de resolvermos os nossos conflitos.

Todos receberam uma máquina fotográfica de papel para “tirar 2 fotos”: a primeira, de uma cena de violência que mais o incomoda ou amedronta; a segunda, uma cena de violência que passa despercebida pelas pessoas e que gostaríamos de que fosse notada.

Máquina Fotográfica - CMI-SP

O resultado foi bem interessante. Muitos desenhos e relatos ilustraram os principais medos dos adolescentes na nossa cidade ou os traumas vividos por eles e por suas famílias: seqüestros, assaltos, violência do trânsito, estupros, assassinatos etc.

As cenas de injustiça e violência que passam despercebidas pelas pessoas foram muitas, desde o sofrimento causado pela desigualdade social – fome, miséria, desemprego, falta de moradia etc. – até mesmo a violência dentro de casa, como crianças que agridem ou maltratam os pais.

Para ajudar no aprofundamento teórico, trabalhamos em grupos uma dinâmica chamada “Ouvi dizer que…”. Seis assuntos foram distribuídos e eles registraram tudo que conheciam sobre ele.

Preparamos, também, para essa faixa etária um “túnel da violência”, com recortes de notícias, frases e objetos. Os sons de gritarias, brigas, ambulância, polícia, entre outros, ajudaram muito na nossa vivência do tema, porque despertaram sentimentos e sensações, muitas vezes adormecidos devido às repetidas agressões à vida que presenciamos diariamente.

Túnel da Violência - CMI-SP

O texto bíblico que inspirou o nosso encontro foi o do cego Bartimeu (Marcos 10, 46-52): uma pessoa excluída, “à beira do caminho”, ignorada pela multidão. O olhar atento de Jesus, sensível ao sofrimento humano, é exatamente o que devemos recuperar para construir a paz. O desejo manifestado pelo cego – “Eu quero enxergar” – também é o nosso desejo: recuperar a capacidade de enxergar o outro e importar-se com ele.

Nossos alunos dos 6ºs anos já estão “entrelaçando os fios de idéias” para “confeccionar” o projeto de paz no retalho do tecido da nossa grande bandeira.
Queremos saber como estão as reflexões de vocês por todo o Brasil!

Um abraço
Luciana Gonçalves
Pastoral - CMISP

Entrelaçando as idéias - CMI-SP

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