Fevereiro 2009

Arquivo Mensal

Postura do mês de Março: DIÁLOGO

Publicado por Edenilson Coelho em 27 Fev 2009 | sob: Aconteceu

Papel de Parede do Mês de Março

• Formato: 800 x 600 px
PAPEL DE PAREDE MODELO 800 - PAPEL DE PAREDE MODELO 800

• Formato: 1024 x 768 px
PAPEL DE PAREDE MODELO 1024 - PAPEL DE PAREDE MODELO 1024

• Formato: 1280 x 1024
MAR  O 1024 x 1280 - MAR  O 1024 x 1280

Reflexões sobre a Indignação - Infantil CMISP

Publicado por Pastoral CMI-SP em 27 Fev 2009 | sob: Aconteceu

Prof Flávia contando a historinha para a turma - Infantil 3 CMISP

A turma do Infantil 3 já começou as suas reflexões sobre a Indignação diante da Injustiça, uma das atitudes propostas pela nossa agenda de 2009 para a Construção da Paz.

Trabalhar o tema com essa faixa etária não é fácil! Porém, com muita criatividade, as professoras da Educação Infantil buscam formas de ajudar as crianças a entenderem o que significa essa postura de paz e o sentido da expressão “indignação”.

A professora Flávia destinou um tempo do horário de aula para uma vivência com os alunos. Começou lembrando cenas do cotidiano das crianças que as deixam indignadas – pessoas com fome, frio, comendo em latas ao invés de pratos etc. – ou assustadas.

Em seguida, pediu que, em duplas, encenassem algumas dessas cenas de violência, sempre sob a sua supervisão.

Para ajudar na compreensão do tema, a professora escolheu uma bela historinha para contar aos alunos: A Casinha do Tatu, de Elza Sallut, Editora Moderna.

O Tatu e a Dona Raposa - Infantil 3 - CMISP

Na história, a Dona Raposa morava num elegante palacete. Um dia, indignada, percebe que o Senhor Tatu está construindo um casebre no terreno vizinho, terreno, aliás, que ele pagou às duras penas à proprietária, a própria raposa. O Tatu, por sua vez, também fica indignado com a situação, pois pagou o terreno à custa de muito sacrifício e trabalho e tem o direito de construir a sua casa no local, mesmo ela sendo uma moradia muito simples. Querendo impedir tal obra, indigna de ser construída ao lado da sua casa tão nobre, Dona Raposa vai queixar-se ao Rei Leão. Acaba levando a pior, pois o rei, quando vai conhecer o palacete dela, aprecia-o tanto, que confisca-o para si. É a vez de a raposa sentir na pele (ou no pelo!) o problema dos desabrigados. E, com o rabo entre as pernas, só lhe resta pedir abrigo ao Tatu. Dona Raposa aprendeu a ser generosa e acabou indo morar, feliz, num casebre igual ao do tatu.

A lição que a Raposa aprendeu e a indignação do Tatu serviram de inspiração para as crianças decorarem o seu retalho de tecido para a nossa grande bandeira da paz.

Luciana Gonçalves
Pastoral - CMISP

Retalho decorado pelo Infantil 3 - Infantil 3 - CMISP

Manhã de Formação - 6º anos - CMISP

Publicado por Pastoral CMI-SP em 16 Fev 2009 | sob: Aconteceu

Entrelaçando as idéias - CMI-SP

A proposta da nossa agenda escolar de 2009, “Construtores da Paz”, desencadeou diversas atividades interessantes no nosso Colégio, em São Paulo.
Partilho com vocês uma delas: a “manhã de formação” que promovemos no dia 12 de fevereiro com os alunos dos 6ºs anos.

A agenda discute o tema a partir de atitudes que constroem um mundo pacífico e menos violento. Dentro da proposta, comprometemo-nos a aprofundar, de forma especial, a atitude de “indignação diante da injustiça”, que será abordada no mês de abril.

As turmas dos 6ºs anos, após refletirem sobre o significado das expressões “paz” e “violência”, perguntaram-se por que a violência existe e se ela é a única forma de resolvermos os nossos conflitos.

Todos receberam uma máquina fotográfica de papel para “tirar 2 fotos”: a primeira, de uma cena de violência que mais o incomoda ou amedronta; a segunda, uma cena de violência que passa despercebida pelas pessoas e que gostaríamos de que fosse notada.

Máquina Fotográfica - CMI-SP

O resultado foi bem interessante. Muitos desenhos e relatos ilustraram os principais medos dos adolescentes na nossa cidade ou os traumas vividos por eles e por suas famílias: seqüestros, assaltos, violência do trânsito, estupros, assassinatos etc.

As cenas de injustiça e violência que passam despercebidas pelas pessoas foram muitas, desde o sofrimento causado pela desigualdade social – fome, miséria, desemprego, falta de moradia etc. – até mesmo a violência dentro de casa, como crianças que agridem ou maltratam os pais.

Para ajudar no aprofundamento teórico, trabalhamos em grupos uma dinâmica chamada “Ouvi dizer que…”. Seis assuntos foram distribuídos e eles registraram tudo que conheciam sobre ele.

Preparamos, também, para essa faixa etária um “túnel da violência”, com recortes de notícias, frases e objetos. Os sons de gritarias, brigas, ambulância, polícia, entre outros, ajudaram muito na nossa vivência do tema, porque despertaram sentimentos e sensações, muitas vezes adormecidos devido às repetidas agressões à vida que presenciamos diariamente.

Túnel da Violência - CMI-SP

O texto bíblico que inspirou o nosso encontro foi o do cego Bartimeu (Marcos 10, 46-52): uma pessoa excluída, “à beira do caminho”, ignorada pela multidão. O olhar atento de Jesus, sensível ao sofrimento humano, é exatamente o que devemos recuperar para construir a paz. O desejo manifestado pelo cego – “Eu quero enxergar” – também é o nosso desejo: recuperar a capacidade de enxergar o outro e importar-se com ele.

Nossos alunos dos 6ºs anos já estão “entrelaçando os fios de idéias” para “confeccionar” o projeto de paz no retalho do tecido da nossa grande bandeira.
Queremos saber como estão as reflexões de vocês por todo o Brasil!

Um abraço
Luciana Gonçalves
Pastoral - CMISP

Entrelaçando as idéias - CMI-SP

Postura do Mês de Fevereiro: Tolerância

Publicado por Edenilson Coelho em 06 Fev 2009 | sob: Aconteceu

Tolerância e Fundamentalismo

TOLERÂNCIA - POSTURA DE FEVEREIRO

Fundamentalismo é o termo usado para se referir à crença na interpretação literal dos livros sagrados. Fundamentalistas são encontrados entre religiosos diversos e pregam que os dogmas de seus livros sagrados sejam seguidos à risca.

O termo surgiu no começo do século 20 nos EUA, quando protestantes determinaram que a fé cristã exigia acreditar em tudo que está escrito na Bíblia. Mas o fundamentalismo só começou a preocupar o mundo em 1979, quando a Revolução Islâmica transformou o Irã num Estado teocrático e obrigou o país a um retrocesso aos olhos do Ocidente: mulheres foram obrigadas a cobrir o rosto e festas, proibidas. “Para quem aprecia as conquistas da modernidade, não é fácil entender a angústia que elas causam nos fundamentalistas religiosos”, escreveu Karen Armstrong no livro Em Nome de Deus: o Fundamentalismo no Judaísmo, no Cristianismo e no Islamismo.

Porém, não são apenas os muçulmanos que têm seus fundamentalistas, também os cristãos, os judeus e, por incrível que possa parecer, os ateus e os céticos. A atitude fundamentalista não permite diálogo, porque suas verdades são únicas e incontestáveis, e quem diverge delas é desqualificado, quando não ridicularizados ou atacados pessoalmente.

Em muitas situações podemos atuar de forma fundamentalista, excluindo a possibilidade de compreender e dialogar com o outro. Pessoas que participam de grupos de defesa dos direitos dos animais veem com imenso desprezo quem não gosta de animais. Vegetarianos podem arrepiar-se ao passar na porta de uma churrascaria. É óbvio que nem todos são fundamentalistas, graças a Deus, ou graças a Richard Dawkins.

Temos em torno de nós muitas pessoas que agem de maneira fundamentalista, quando não somos nós mesmos os fundamentalistas. Na medicina, por exemplo, ainda um grande número dos médicos alopatas desqualifica os médicos homeopatas, sem sequer querer conhecer a especialidade (sim, é uma especialidade médica reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina desde 1981), assim como muitos médico homeopatas ficam indignados se algum paciente usa algum remédio alopático, mesmo que seja numa situação em que tenha sido prescrito num atendimento de urgência. E os pais que acham que os filhos têm que viver a adolescência como se fossem adultos perfeitos? E os adolescentes que acham que os pais são extraterrestres por não conhecer aquela banda que faz sucesso “já” há 3 dias e que vai desaparecer antes de você terminar este texto, também não são fundamentalistas?

Muitas vezes nos relacionamentos a dois o comportamento fundamentalista leva a brigas, desentendimentos e até separações, pois muitas vezes um dos cônjuges quer que o(a) parceiro(a) seja exatamente como suas fantasias acham que deva ser um(a) parceiro(a) ideal.

E qual é o antídoto para o fundamentalismo? A TOLERÂNCIA. Saber que, por mais que queiramos, as pessoas são diferentes, pensam de forma diferente, mesmo quando são da mesma família. Ser diferente não deveria ser um empecilho para uma boa convivência entre as pessoas.

Tolerância e diálogo devem ser nossos lemas na relação com outros seres humanos. Esta é a base da verdadeira paz!

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Fonte:
http://marceloguerra.com.br/2009/01/13/tolerancia-e-fundamentalismo

Papel de Parede de Fevereiro

Publicado por Edenilson Coelho em 02 Fev 2009 | sob: Aconteceu

Papel de parede com o tema do mês de fevereiro: TOLERÂNCIA

1280 x 1024 px
fevereiro   1280 x 1024px - fevereiro   1280 x 1024px

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fevereiro  - tela formato 1024 x 768

800 x 600 px
fevereiro   800  x 600 - Tela   800  x 600

1200 x 900 px
fevereiro   1200  x 900 1 2 - fevereiro   1200  x 900 1 2